Em Lousame vota de morto quem não votou de vivo.

Em Lousame vota de morto quem não vota de vivo

O Partido da Terra de Vila Cova remitiu uma instância à Junta Eleitoral Provincial para que esta investigue de ofício os registos eleitorais.

A suspensão de emprego de Paco no consistório deixou à vista mais problemas do que o desfalco de um quarto de milhão de euros, ou mais. Segundo transcendeu, o censo de habitantes, também da mão de Francisco, levava 15 anos sem se atualizar. Entre as irregularidades atribuídas a Paco está a manutenção no padrão municipal de polo menos 68 pessoas que teriam falecido depois de 1998 e que seguiam constando no censo, incluído a efeitos de poder participar nos processos eleitorais. Por este motivo, o Partido da Terra de Vila Cova remiteu uma instância à Junta Eleitoral Provincial para que esta investigue de ofício os registos eleitorais para saber se em efeito pudessem constar em Lousame votos emitidos por pessoas falecidas.

A instância lembra que a Lei de Regime Eleitoral Geral castiga as falsidades cometidas por funcionários públicos relativas à pureza do processo eleitoral e que, desde 1998, se celebraram quatro convocatórias de eleições municipais, quatro convocatórias autonómicas, quatro convocatórias a Cortes Gerais e três convocatórias ao Parlamento Europeu.  O escrito foi entre no Julgado de 1ª Instância e Intrução de Noia, responsável também polo processo judicial contra Francisco González Lorenzo.

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